segunda-feira, 11 de maio de 2009

“Como Zaqueu...” subir ou descer? As atitudes falam por si!

Zaqueu subiu na árvore e fez uma experiência com Jesus que transformou sua vida. Tem gente, que a partir dessa experiência tem se complicado e parece estar caindo da árvore. Permitam-me explicar.
Ultimamente a figura de Zaqueu, homem judeu e que o evangelho de Lucas apresenta como “rico e chefe dos publicanos” (cf. Lc 19,2) tem sido alvo de críticas. Críticas que são conseqüências do grande sucesso que a música “Entra na minha casa” de autoria de Regis Danese, cantor gospel e de origem protestante, compôs baseando-se na história de Zaqueu. A música está por todos os cantos. Está sendo cantada por muitas denominações religiosas. Até na Igreja Católica que preza fazer um paralelo das músicas com o contexto litúrgico ela já foi adotada. Não tem um conteúdo litúrgico, mas já se deu “um jeito” para cantar a música durante a missa, adorações e outros momentos de orações. É verdade que não possui uma dimensão litúrgica, mas também é verdade que possui uma melodia bonita, uma letra sugestiva e que mexe com o sentimento e com o emocional daqueles que a ouvem e a cantam. Voltando às críticas é preciso dizer que elas possuem no mínimo um duplo caráter. Uns criticam o conteúdo teológico da canção, enquanto outros já estão criticando até a pessoa de Zaqueu.
Já ouvi dizer que o maior erro teológico na letra da música está no verso que diz: “... quero amar somente a Ti, porque o Senhor é o meu bem maior, faz um milagre em mim”. Uma explicação é a seguinte: Não tem sentido amar somente a Deus, se essa experiência de amor não for revertida no amor ao irmão, ao próximo. Lembremos que a própria Escritura nos diz que é mentiroso aquele que diz que ama a Deus a quem não vemos se não ama o irmão com quem convivemos. Até aí tudo bem, a crítica tem fundamento. Porém, criticar a pessoa de Zaqueu parece não ter fundamentos. Após uma procissão realizada com o Santíssimo Sacramento depois da comunhão durante a missa – que, aliás, também não tem nada de litúrgico – o padre após a benção do santíssimo, ainda no presbitério pegou o microfone e se dirigiu a assembléia nos seguintes termos: “Quem aqui quer ser como Zaqueu? Todos tinham acabado de cantar: “Como Zaqueu, eu quero subir, o mais alto que eu puder...” Então, a pergunta por ser desnecessária não teve respostas, mas silêncio. Ele então prosseguiu: “Eu não quero ser como ele. Zaqueu era um safado, um ladrão, explorador. Vocês acham que ele subiu na árvore porque queria encontrar-se com Jesus? Claro que não. Ele queria se esconder de Jesus, porque tinha consciência que era safado, que não prestava e que roubava os pobres.
Imaginem a reação das pessoas que estavam na missa. Tinham acabado de comungar, de adorar a eucaristia exposta no ostensório. Foram à Igreja para voltarem melhores, mais animados para a casa. E o padre me dá uma dessas. Um detalhe que nesse contexto que parece ser importante é que ele naquele dia foi substituir o vigário daquela comunidade, era uma visita, um convidado. Alguma visita ou convidado poderia ser tão indelicado assim?
Questiono: onde será que esse padre estudou teologia? Onde será que exerce o ministério sacerdotal? Com quem ele aprendeu a ser agressivo e desagradável?
A Igreja nos traz no contexto pascal – o que estamos vivendo atualmente – a imagem de Jesus como o Bom Pastor, como a verdadeira videira da qual somos chamados a ser os ramos – e o padre, ministro ordenado da Igreja e para a Igreja, me vem com uma dessas? Por favor, depois dizemos que não sabemos, ou fingimos não saber o que acontece que faz com que inúmeros católicos busquem fazer uma experiência religiosa em outra denominação cristã ou não, mas que não seja católica. Essas outras igrejas ou seitas podem ser questionadas em inúmeros quesitos, porém, em relação ao acolhimento nos deixam no chinelo. Não precisa ser continuar sendo assim. Precisamos mudar nossa postura.
Zaqueu até podia ser tudo isso que o padre fez questão de expressar. Por sinal, usando adjetivos e uma linguagem no mínimo baixa e vulgar para se dirigir ao seu rebanho. Mas, Zaqueu que fez uma verdadeira experiência de Jesus em sua vida, é modelo de conversão para todos nós. Desfez na prática os seus erros. Restituiu os que haviam sido prejudicados por ele.
E esse padre, será que fez uma verdadeira experiência de Jesus em sua vida? Não sei. O conheço muito pouco. Então eu seria injusto se afirmasse que não. Mas, se é verdade que conhecemos uma árvore pelos seus frutos, os frutos do padre expressos nessa infeliz fala, denunciam que como árvore ele precisa ao menos ser podado.
Concluo dizendo que Zaqueu voltou atrás, refez o caminho e sua vida, pautado na experiência que fez com Jesus. O padre ainda disse que todas as vezes que alguém cantar essa música perto dele, ele repetirá o que pensa sobre a música e sobre Zaqueu. Parece que ainda não entendeu a dinâmica do Cristo, a quem ele representa, que corrigia, educava, curava e apontava soluções. O que o padre conseguiu com essa atitude? Eu não quero expor aqui os sentimentos das pessoas que estavam naquela missa e que depois me procuraram para conversar. Mas imagine você mesmo as consequências dessa áspera atitude. Se quiser, comente no blog deixando sua opinião. Eu vou continuar caminhando com a comunidade. O que não quero continuar fazendo é consertar o que não precisava ter sido desconcertado.

13 comentários:

  1. hehehe muitíssimo pertinente tudo o que disse, principalmente qto a música!
    Que encanta pela melodia e passa uma mensagem totalmente contrária ao verdadeiro ensinamento de Cristo sobre o Amor, e que vira “hit” para nós, pobrezinho rebanho de conhecimento mais pobre ainda...
    além de demonstrar qto egoístas e mercenários corremos o risco de nos tornar em nossa relação com Deus,:"Porq eu quero amar somente a Ti...” (claro e muito cômodo, porq Tú Senhor me ama intensamente e incondicionalmente... portanto, não me enche o saco e não me irrita como fazem meus irmãos na comunidade em determinados momentos... És perfeito Senhor então, é maravilhosos amar somente a Ti, pois em Tí não encontro as imperfeições que realmente me tiram do sério!
    Éééé´ “...e faz um milagre em mim!” (Claro Senhor! Se eu te amo e Tu me amas... me dê alguma coisa pra eu ter certeza, um sinal pra eu saber que realmente está comigo! algo q me faça melhor ainda! - Lógico que isso é próprio do amar humano... pra nós não basta apenas Amar a Ele... temos que ver seus milagres... E como se torna difícil entender e viver a afirmação “Deus É e basta...” Qtos de nós O louvamos apenas pelo que Ele É? Pense... nós pouco louvamos e sempre qdo o fazemos louvamos pelo que Ele nos fez ou nos deu...)

    Convenhamos Graças ao bom Deus que temos de Amá-lo em nossos Irmãos assim Ele mesmo nos possibilita exercitar verdadeiramente e alcançar as virtudes necessárias para obedecer-mos prontamente ao que Ele ordenou: “Amai a Deus sobre todas as coisas e ao PROXIMO como a ti mesmo”... Pronto! Assim estaremos ligados a videira... (hehehe facim né kkkk)

    Kkk interessante seu questionamento... tudo o q relatou dá a entender q o Sr. Padre não deseja ter parte com o Cristo q ele mesmo “representa”, aliás até onde eu sei, no meu analfabetismo doutrinal, teológico e etc., esse talvez não seria o melhor termo ou seria? pois onde fica aquela tal história do “PERSONA CRISTI”, nem sei se é assim q se escreve, (ah isso tb dá um post interessante...) acaso o Sacerdote separado do meio do povo chamado pelo próprio Deus não se levanta para Ser a “Pessoa de Cristo” ou é só um representante, (como um ator que faz papel principal num teatrinho) para ligar e desligar o q for necessário na terra e no céu? Poderia depois nos esclarecer...rsrsr
    Demos graças a Deus que enviou seu único Filho não para os sãos, mas para os doentes como eu, vc e Zaqueu!
    Heheh o pior cego é o que não quer enxergar, o pior doente tb!
    Sei que Ele veio também para o que “pensam” estar sãos, nessa o Sr. Pe. pode estar incluído hehehe, “o homem vê a aparência e Deus vê o que vai no coração...”
    Nós não sabemos como este ser pode estar tão amargurado... tão precisado de algo que só Deus pode dar... então lancemos o mesmo olhar com que olhou para nós o Santíssimo Sacramento na hora da benção, olhar de misericórdia e compaixão...
    Interessante como tudo isso pode nos levar a uma reflexão de nosso papel na Igreja...
    Todo esse só pode nos remeter a uma realidade: (hehe que sorte a de vcs que ele só era um convidado) Cada comunidade tem o Padre que merece! Sim!! Isso é real! pergunte aos seus paroquianos quanto tempo eles dedicam suplicando a Deus para que dê à Igreja Santos Pastores e Dignos ministros? Claro que isso não tira a grande responsabilidade ou justifica as palavras do Padre, das quais ele será cobrado duplamente na medida da justiça de Deus, devido ao seu chamado. A ele cabe ser “persona cristi”
    Mas e a nós? Basta sairmos da Missa após ouvir a Palavra, participarmos da Comunhão, recebermos a benção do Santíssimo Sacramento e tudo mais, exercendo nossa língua felina? Acaso isso sarará as feridas do corpo místico de Cristo que é a Igreja?
    Certamente que não! Nossa indignação, revolta ou tristeza trará algum beneficio na edificação de nossa comunidade? Sim, qdo elas se transformarem em atitude: quando cada um de nós cumprirmos o nosso chamado verdadeiramente com todo amor e ardor, aí sim nossa Igreja será mais acolhedora! Pois qtas pessoas se afastaram dela atingidas por nossas palavras que não edificam, por nossas palavras mal ditas... e por nossas atitudes que em nada refletem o que ensinou o Cristo, tendo Ele mesmo dito: “virá sobre vós o Espírito e sereis minhas testemunhas em Jerusalém...” somos também nós essas testemunhas? Mudemos nós todos a nossa conduta independente do estado de vida, para cumprirmos nossa Vocação q é Amar. Aí sim teremos compreendido Zaqueu, e seguido seu exemplo. Dessa forma nem precisaremos cantar porq Deus já estará dentro de nossa casa e em nossa vida!

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  2. Pessoalmente, acredito na verdade que temos um “pouquinho” de Zaqueu dentro de nós, pois também somos pecadores, temos as nossas imperfeições e limitações, conhecemos a santidade através do sofrimento, posso explicar, na atitude de doação ao nosso irmão, á nossa comunidade, ás “coisas” do alto, onde devemos nos privar de muitos prazeres terrenos que está “escancarado” nos dias de hoje. Trabalharmos em comunidade é cultivar a solidariedade, a fraternidade e o amor. Quanto á letra da música, de origem protestante, se analisarmos seu contexto, nos diz sobre a conversão de Zaqueu e a misericórdia de Jesus, homem chefe dos cobradores de impostos e muito rico, que num gesto de coragem, subiu em cima de uma árvore para que pudesse ver Jesus passar, e chegando perto, Jesus disse: - Desça depressa, Zaqueu, pois hoje eu preciso ficar em sua casa”. Meus caros, Jesus não falou para Zaqueu que iria passar em sua casa, nem que iria comer em sua casa, Jesus disse que iria ficar em sua casa, mostrando sua misericórdia divina diante do pecador, muito de nós hoje, rejeitaríamos o gesto de Jesus, pois ele foi hospedar-se na casa de um pecador. Quanto ao achar que a música é teologicamente errada, não posso dizer nada, Deus nos dá toda a liberdade de fazer e acharmos o que quiser, cabe á nós, saber filtrar o que é bom para nosso espírito, o que conseguimos absorver, podemos ser até leigos, mas com certeza, olhamos o lado que nos pode nos levar mais perto de Deus. Muitas pessoas até sobem na árvore para ver Jesus, mas não descem para que Ele possa nos encontrar, o encontro é difícil para aquele que não ainda O conhece, ou tem medo de assumi-LO em seu coração, medo das atitudes que deveremos de tomar a partir daquele momento. Sou leigo, acredito que se tivesse algo teologicamente errada, os bispos católicos jamais iriam permitir que fosse cantado nas igrejas, ele que são mais conservadores mais rígidos. A atitude do Padre naquele dia, pelo modo que aconteceu, marcou as pessoas que estavam participando da missa, muito ficaram “sem graça” com seu comentário após a adoração. Mas como eu disse, todos nós temos a liberdade para agirmos como acharmos melhor, mesmo desagradando. Que isto não seja motivo de desânimo e uma experiência para o crescimento de nossa comunidade. Louvado seja Senhor Jesus Cristo.

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  3. Não estava presente na ocasião más fiquei sabendo do ocorrido, acho que o comentário do padre foi muito infeliz, pois para nós leigos, melhor dizendo 'ignorantes' da parte teológica, do aprofundamento das palavras, captamos a fundo a essencia, a emoção das palavras cantadas, elas penetram com mais intensidade quando cantadas, " entra na minha casa, entra na minha vida, mexe com minha estrutura...', estamos querendo Jesus dentro da gente, sentimos que não estamos o suficente com ele, queremos sentir cada vez mais aquela chama no coração ardendo, é muito bom fechar os olhos e sentir a experiência, a gente se pega cantando em qualquer momento, em qualquer lugar, independente de quem fez a musica, Jesus é um só.. e nos pegamos fazendo algo que para os catolicos não era comum, falar em Deus, falar de Jesus,ler a bíblia sem vergonha, sem medo de ser confundido como evangélico.
    antigamente não era comum ouvir musica religiosa nas casas, só nas igrejas, hoje em todo lugar se ouve, até nas Vans(transportes) que utilizo para ir trabalhar ouve-se musicas catolicas, quem diria...
    Na minha opinião ficaria mais correto, mais proveitoso, seria o Padre ter explicado o episodio de Zaqueu e os erros encontrados na letra da música, infelizmente nem todos são iluminados com o dom da palavra do nosso frater Ricardo, me recordo acho que no primeiro comentário que o vi fazer sobre Jesus chegando no templo indignado com todo aquele comercio, foi bárbaro.... fiquei encantada a partir daí, palavras simples mas ricas, esclarecedoras.
    O pior de todo esse episodio é o tititi que fica pelos cantos, esquinas, retrocesso......
    Jesus, manso e humilde de coração, fazei nosso coração semelhante ao Vosso.

    Denise

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  4. Agora sim, posso comentar com calma.
    É muito triste quando nós temos que passar por situações como essas no nosso trabalho na liturgia.
    Sou defensora do "ecumenismo musical" e acho muito válido que as religiões vivam esse intercâmbio de formas de rezar e louvar.
    Mas destaco que a atenção e cuidado quanto ao uso de quaisquer músicas, sejam estas católicas ou não, em nossas celebrações, é indispensável.
    Por isso, acredito que uma das coisas das quais nós católicos sentimos mais carência é de formações sólidas e efetivas nesse sentido. Não adianta só dizer "pode ou não pode". A pessoa envolvida na liturgia precisa entender o porquê de cada coisa e por que cada coisa é usada em cada momento das celebrações.
    Eu, por exemplo, saí "traumatizada" da última formação da qual participei, simplesmente porque o tal "perito em liturgia" disse que o trabalho que realizo há 22 anos, que é cantar em missas para e com as crianças da catequese, "não existe". Tudo bem que talvez ele tenha tido a intenção de dizer que o rito da missa deve ser único e tal, mas ele poderia ter sido um pouco menos áspero e didático nessa explicação que, por sinal, ele nem deu.
    Erros teológicos não existem só em músicas evangélicas, como em "Entra na minha casa" ou "Dá-me um coração igual ao Teu", do Diante do Trono (não acho que chega a ser propriamente um "erro", mas eu acho que "NADA encontrarás de bom" é um pouco pesado e quando canto essa, substituo "nada" por "pouco". Afinal, se sou feita à imagem e semelhança de Deus, ALGUMA coisa boa eu tenho, não?). Dentro do repertório católico temos alguns erros "clássicos" como: "Santo, MIL vezes Santo" (sabendo que o mais correto seria "Santo, SANTO, Santo..."), "Sacramento da Comunhão" ("Jesus, o FILHO DA RAINHA...", onde sabemos que Maria só é tida como Rainha por causa justamente de ser Mãe de Jesus, que é nosso Rei, e não o inverso) e muitos outros (aos quais eu admito que nem eu mesma me adaptei e às vezes canto assim mesmo). Sem falar em inúmeros outros que vemos por aí, de cantar música de Creio no lugar do Santo, Ofertório na Comunhão, Comunhão na Entrada e por aí vai. O que precisamos é de pessoas que realmente conheçam liturgia e acompanhem suas mudanças, mas que (POR FAVOR, PELAMORDEDEUS) tenham didática para ensinar, porque, sinceramente, só daquelas folhinhas com "os dez mandamentos do músico" e "a missa parte por parte" nós já temos uma coleção. E recordações tristes, de "rusguinhas" inter-paroquiais, inter-pastorais e afins, também.

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  6. JESUS AMA A TODOS E DISSE IDE E PREGAI A MINHA PALAVRA E NÃO ENVENTAR E DISCUTIR ENTRE VOS MAS BUSCAI OS QIE ESTÃO DE CORAÇÃO CONTRITO ESPERANDO POR UMA PALAVRA SUA, JESUS VOLTARA E COBRARA TUDO ISSO DE VOÇE.

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  7. Como podemos julgar os catolicos pelas suas atitudes dentro da igreja. Somos todos servidores de Cristo da igreja. E sabemos que muitas vezes a igreja julga demais e não sabe acolher. Quando busquei a musica Como Zaqueu para interpreta-la em uma missa festiva de São Lourenço, pensei no que de bom poderia trazer aos que como Zaqueu convertam-se e busquem a santidAde, mas antes porem quiz pesquisar na net as reflexoes sobre ela para não ser anti liturgica na missa. Mas vejo que falta muito de Deus nas pessoas para tais reflexoes. Para amar a Deus sabemos o que temos que fazer amar o proximo. Filtar musicas, palavras é muito bom!
    Padre precisamos de padres que nos tragam animo para nossa caminhada, se temos cantos catolicos sendo questionados! Hum... parem de julgar e filtrem para podermos nos unir no amor de Deus,ou vamos fazer como todos lá atraz que julgaram Jesus por ter indo ao encontro de Zaqueu, vamos nos catolicos julgar a musica por quem era Zaqueu, por amar somente a ti, não foi no sentido de não amar o proximo, coraçoes endurecidos pelo jugamento, fico preocupada a repercusão que ocorrido tenha feito na comunidade, vamos filtrar e viver como irmao na casa do Pai, fiquem em paz.
    Conceiçao, Capela São Lorenço .

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  8. Realmente há muitos erros em muitas músicas cantadas por aí.
    Temos é que sempre analisar as Escrituras e então conduzir nosso viver.
    Sigamos o mandamento de Maria em João2:5.'Façam tudo o que ele vos disser'.Em Joãos14:6 "Eu sou o caminho,e a verdade e a vida; ninguém vem ao pai SENAO por mim''
    1Timóteo2:5''Porque há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.''
    ADVOGADO=(1João2:1)

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  9. Provavelmente o padre que visitou a paróquia e lá celebrou missa, deve ter ficado irritado em escutar uma música herege dentro da igreja. O fato é que os católicos se desacostumaram a pensar que os protestantes são hereges, e cantar músicas hereges seja na santa missa, seja na adoração eucarística, é simplesmente uma blasfêmia.
    A verdade tem que ser dita, de maneira crua, direta e transparente; esse é o espírito católico. Amaciar a verdade, dizê-la envolta por pétalas de rosa, é nada mais do que demonstrar frouxidão diante do nosso dever católico de mostrar-nos firmes. Se isso implica em ser politicamente incorreto, desagradável ou áspero, que assim seja feito. Jesus sempre demonstrou firmeza ao mostrar-nos a verdade. Não estamos no mundo para agradar ninguém, mas para cumprirmos nosso dever de cristão, mantendo sempre perto de nós a virtude da fortaleza.

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  10. Pena Isabelle, saber que em pleno século XXI, existem pessoas tão fundamentalistas como você. Se quiser me passar seu email, poderia dizer algumas coisas mais diretas para você, já que você gosta tanto de verdades nuas e cruas... A propósito: nunca soube que nosso dever de cristãos é sermos no mínimo mal educados com outros, onde você aprendeu isso?
    Deus abençoe você e abra os seus olhos para enxergar o que está a sua volta e o seu próprio interior.
    fratericardo@yahoo.com.br

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  11. Heresia é qualquer ensinamento contrário à Doutrina Católica. Portanto, por mais dilomáticos que sejamos, protestantismo é uma heresia. Uma heresia que deu certo, diga-se de passagem, mas ainda assim uma heresia.

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  12. Vera Lúcia

    A musica de Zaqueu é maravilhosa, pois devemos cantar ela sempre, um dia todas as pessoas irão ver o verdadeiro signicado de amar o nosso próximo. Jesus mostra que ele ama todos nós se diferenciar ninguem, pois somos nós que vivemos julgando pessoas se são de Deus ou não, ja ouvi pessoas falando de jesus de toda maneira, mas o mais importante é que ele conhece cada um de nós.Eu que imaginava jesus la no céu descobri que ele esta é ao meu lado me ajudando sempre,me ensinando em meu pensamento, e por pessoas que falam dele pra mim. Posso não ser ninguém nesse mundo, mas jesus ja me mostrou claramente que é minha vida. Se parassemos de criticar uns aos outros veriamos mais o que Deus faz por todos nós, não sou ninguém nesse mundo só sei que sou importante para o meu senhor, isso basta, ele me ensina quando vejo pessoas de outras religiões discutindo ou falando sobre ele. Aprendam a amar como Jesus nos ensina, sem fazer diferença de ninguém, pois julgamento só Deus faz.

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  13. quem fez esta reflexão é um anafabeto de pai e mãe e não entende nada de biblia,muito menos de teologia. Jesus nos ensinou a não jugar para não sermos julgados!

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